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sexta-feira, 15 de maio de 2015

Você tem dívidas?

Você tem dívidas?

Veja dicas de como lidar com elas








A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor, divulgada no último dia 25 de março pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), no Rio de Janeiro, revela que o percentual de famílias brasileiras com dívidas caiu pela segunda vez consecutiva: o índice baixou de 62,7%, em fevereiro, para 61%, em março.
É o menor patamar desde janeiro de 2013. Mas, apesar da queda no número de famílias endividadas, subiu o percentual de famílias com dívidas ou contas em atraso – de 19,7%, em fevereiro, para 20,8%, em março – e também daquelas que garantem não ter condições de pagá-las – de 5,9% para 7,1%, na comparação mensal.
O que fazer para pagar suas dívidas?

Não é à toa que as dívidas estão entre os grandes aborrecimentos que afligem os brasileiros. Geralmente, nós não nos preocupamos com esse tipo de problema até que ele passe a fazer parte da nossa vida. O especialista em organização financeira Guilherme Azevedo dá algumas dicas para lidar com o problema:
1 – O primeiro passo é organizar as receitas e despesas no papel. Faça uma lista com todos os gastos mensais. Coloque desde as contas para sobrevivência, como água e luz, até os gastos mais supérfluos, como festas no final de semana ou cinema. Organize-os em grupos de despesas: moradia, alimentação, transporte, saúde, educação, lazer, vestuários, estética e outros.
2 – Corte as despesas de modo que elas sejam menores que os rendimentos. Você não vai gastar mais do que ganha. Reduza suas contas e dispense as coisas supérfluas. Diminua os gastos no final de semana, o tempo no banho. Corte ou diminua no máximo que puder todas as despesas.
3 – Depois do primeiro mês, com o saldo que acumular, pague as dívidas com juros mais elevados, como o cheque especial. Se não for possível, renegocie a dívida com o banco para conseguir juros menores. Em alguns casos, a opção é vender o carro para pagar dívidas com juros elevados.













4 – Evite usar cartões. Não parcele despesas e jamais use o limite do banco. Pague tudo à vista.
5 – Procure aumentar sua renda. Faça alguma atividade extra que possa lhe trazer algum retorno e que não atrapalhe o seu emprego ou a sua principal fonte de renda.
6 – A hora de investir vem depois que as contas estiverem em dia. Faça disso um hábito. Considere o investimento um gasto que você não pode deixar de pagar. É o pagamento do seu futuro.
7 – E não esqueça: não empreste seu nome a ninguém. Se a pessoa não pagar a dívida, é você quem será cobrado.
Consciência e consistência para lidar com o problema
O bispo Jadson Santos (foto abaixo), responsável pelo Congresso Empresarial na Universal da Avenida João Dias, na capital paulista, também dá a sua opinião sobre as dívidas. “Trata-se de um problema bastante sério. Muitas vezes, as pessoas são obrigadas a pagar por gastos que não são seus. Têm o nome ‘sujo na praça’ ou são prejudicadas por conta de outros para quem emprestaram seus nomes.”














Porém, ele observa que para vencer essas adversidades, é preciso usar a razão. “Aja com a cabeça. Há muitos casos de pessoas que agem com o sentimento, com o coração. Não sabem dizer não na hora que têm que dizer ou falar sim no momento certo e acabam tomando decisões erradas.”
De acordo com o bispo, é preciso traçar objetivos e lutar para alcançá-los. “É importante ter um planejamento financeiro, com objetivos e metas. Se for comprar algo, reflita se é mesmo importante para a sua felicidade e qualidade de vida. Junte dinheiro para comprar, sem fazer dívidas.”
Além disso, o bispo alerta que para enfrentar qualquer adversidade e alcançar o sucesso, é preciso ter uma fé consciente e consistente. “Se a pessoa tem uma fé inteligente, seguirá em frente e será ousada, pois a fé que ela possui não é do coração, é da cabeça. E isso fará toda a diferença.”









 São centenas de famílias dos internos da Fundação Casa de Raposo Tavares, em mais um domingo de visita. Algumas delas vem do interior do estado, trazem  dentro delas tristezas, desespero, dor de humilhação.

Na recepção da Fundação Casa elas apresentam os seus documentos e aguardam a sua chamada para entrada, neste tempo as horas se passam e a fome começa pois muitas delas nem café elas tem como primeira refeição.
Tendo o conhecimento: a UNIVERSAL resolveu fazer uma surpresa.(veja)







Um almoço todo especial para todas as famílias. feito com carinho pelos voluntários da UNIVERSAL que fazem a obra de Deus na Fundação Casa.






 No momento das refeições, os voluntários da UNIVERSAL ficaram sentados na mesa com cada integrante da família e ouviram delas os problemas que elas traziam consigo. Uma mães falou que ela estava muito preocupada, pois o seu filho queria se matar.
Após ouvi-las os voluntários falaram que é muito importante usar a fé, para resolver esta situação pois tratava-se de um problema espiritual.

Esteve presente o palestrante Robson de Freitas, ex-usuário de drogas liberto pelo trabalho da UNIVERSAL, ele conta como conseguiu se libertar.


Marta Alves ex-sensitiva orienta também as famílias.










Houve distribuição de cesta básica oferecido pela Associação de Mulheres Cristã (A M C) 





No final dezenas de livros MULHER "V" foram doados para as famílias.




sexta-feira, 7 de novembro de 2014

O dinheiro não deu nem para pagar as contas. E agora?

O dinheiro não deu nem para pagar as contas. E agora?

Aprenda o caminho certo para lidar com suas finanças e não passar apertos


Problemas financeiros não são exclusividade dos pobres. Mesmo quem tem uma boa condição financeira pode se ver enrolado em dívidas, com um grande impacto psicológico negativo sobre si e a família.


A Bíblia contém sábios conselhos para aqueles que estão aflitos pela falta de dinheiro para pagar as contas, mas também adverte para que isso não chegue a acontecer. Vejamos 5 exemplos:
“Em tudo, dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco.
Não apagueis o Espírito.”  Tessalonicenses 5.18,19
O apóstolo Paulo sabiamente aconselha a Igreja de Tessalônica a não deixar as circunstâncias da vida influenciarem nosso elo com Deus. Nada de se queixar, de sentir pena de nós mesmos. Os israelitas no deserto, rumo à Terra Prometida, só viam as dificuldades da viagem, e não as bênçãos que recebiam ao longo da caminhada – justamente por isso demoraram a entrar em Canaã. Muitas vezes, olhar demais para o que não temos nos impede de ver o que recebemos. O Espírito Santo em nós, com Seus dons, nos ajuda a ver o que deve realmente ser visto – e a vencermos. Ao contrário dos hebreus no Êxodo, Paulo agradecia sempre pelo privilégio de estar vivo, tendo muito ou pouco. 







“Tendo sustento e com que nos vestir, estejamos contentes.”  1 Timóteo 6.8
Não é que Paulo, com esse conselho, dizia à Igreja de Timóteo para não ter objetivos ou ambições benéficas. Ao mesmo tempo ele dizia que era para serem gratos pelo básico e para não deixar a ambição virar ganância. A cobiça material pode ser perigosa se não for bem administrada. Hoje em dia, por exemplo, a maioria das pessoas longe de Deus deixa o desejo desenfreado dominar suas vidas – pensam que as coisas que desejam são necessidades, e que contrair dívidas para comprá-las é algo normal. Muitos, por isso, não conseguem o que almejavam e ainda perdem o que já tinham. Com foco no Senhor Jesus e na vontade de Deus, os objetivos financeiros podem muito bem ser alcançados, mas da maneira certa, sem causar danos aos outros fatores da vida.
 “Por isso, cingindo o vosso entendimento, sede sóbrios e esperai inteiramente na Graça que vos está sendo trazida na revelação de Jesus Cristo.”  1 Pedro 1.13
Alguém sóbrio, pé no chão, enxerga a vida pelo ângulo certo, não deixa desejos materiais mesquinhos o iludirem sobre a realidade ou dominar o modo como leva a vida para conseguir o que quer. Uma pessoa assim não trata sua vida financeira como um conto de fadas, na base do “eu compro e depois vejo o que faço para pagar”. Dívidas não desaparecem como um sonho acaba na hora em que acordamos. Para evitá-las ou para pagá-las, é preciso disciplina. 






“Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de aborrecer-se de um e amar ao outro, ou se devotará a um e desprezará ao outro. Não podeis servir a Deus e às riquezas.
Buscai, pois, em primeiro lugar, o Seu reino e a Sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas.”  Mateus 6.24;33
Se o foco são as conquistas materiais em si, o foco em Deus não existe. Sem esse foco, não há ligação real, comprometimento com o Pai. Muitos ricos não notam, mas é o dinheiro que é dono deles, e não o contrário, pois o colocaram na frente de tudo. Sempre que deixamos algo ser maior que nós – e esse algo não é Deus –, somos escravos daquilo. E em nome do dinheiro, podemos fazer besteiras que nos levarão à ruína. Somos somente nós mesmos lutando pelo nosso patrimônio, sem a proteção Divina real. Quando o Senhor é o foco, vivemos realmente como Seus servos, as outras conquistas acontecem. 






“O rico domina sobre o pobre, e o que toma emprestado é servo do que empresta.”  Provérbios 22.7
Sim, devedores são escravos dos credores enquanto não pagam suas dívidas. Só a sensação de estar devendo já é uma opressão. Aqueles que esperam o momento oportuno, economizam para comprar algo, conseguem o que querem e não ficam devendo a ninguém. Paciência é a chave. Querer algo não é errado, a forma como conseguimos é que faz a diferença. Muitos compraram além de suas posses e problemas ao longo das prestações os deixaram numa situação pior que a de antes da compra.
Pense em tudo isso!



SÃO PAULO - Volutários da UNIVERSAL de todo o Brasil visitam, diariamente, unidades da Fundação Casa. Em São Paulo, cerca de 150 pessoas acompanham o pastor Geraldo Vilhena, – responsável pelo trabalho no Estado – nas reuniões realizadas nos locais. Segundo dados da Secretaria dos Direitos Humanos da Presidência (SEDH/PR), no Brasil, o número de menores infratores que cumpre pena aumentou em 28%, entre 2002 e 2006. Em média, há nove adolescentes em regime de internação para cada um em regime semi-aberto. São Paulo, Rio de Janeiro e Ceará são os Estados com maior execução para este regimeom o objetivo de ajudar na reintegração desses jovens na sociedade, há 10 anos a IURD conta com a ajuda de voluntários de todas as áreas para a realização do trabalho espiritual.




































 Durante os encontros, os internos recebem uma palavra de fé e de esperança. “Nós oramos para que eles sejam libertos dos problemas espirituais e possam receber a presença de Deus”, diz o pastor Geraldo. Semanalmente, são distribuídos cerca de três mil exemplares da Folha Universal e mensalmente mil livros e duas mil revistas Plenitude, para que os adolescentes possam conhecer, de uma forma diversificada, a Palavra de Deus. O grupo também organiza palestras sobre drogas, saúde da mulher – nas unidades femininas –, higiene e educação, além de oferecer doações e amparo aos familiares dos internos. No mês passado, cerca de 200 famílias do Complexo do Brás receberam lanches, roupas, calçados e brinquedos. “Durantes esses eventos, procuramos conscientizar todos sobre a importância de resgatar os valores da família, da formação da criança e do adolescente para a nossa sociedade”, explicou o pastor, acrescentando uma palavra de fé aos que estão sofrendo por terem algum parente sendo escravizado pelo mundo do crime: “Disse o Senhor que se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e me buscar, e se converter dos seus maus caminhos, então, eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a su terra”, finali